quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Playlist Djavan

O Vice Verso vai abrir a programação de férias com uma playlist preparada por um ouvinte. A poesia sonora do Djavan embala o programa de hoje com sucessos e canções "lado b" do cantor, na voz dele e de outros intérpretes. Djavan é muito mais do que: "Amar é um deserto e seus temooooreees...".

Se liga na playlist de hoje:

Djavan – Lambada de Serpente


Angela Rô Rô - Outono

20 Outono - Angela Ro Ro.wma

Djavan – Que foi my Love ?


Ed Mota – Samurai


João Bosco – Meu bem querer

Djavan - Água


Gal Costa- Pétala


Djavan e Chico Buarque – A rosa


Jhonny Alf – Samba dobrado


Djavan – Numa esquina de Hanói


Leny Andrade – Avião

Lenine – Maçã do rosto


Djavan – Maçã




E semana que vem tem uma nova playlist poética e musical! Perde não!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Está aberta a temporada de Playlists!

A partir dessa quarta-feira o Vice Verso começa a programação especial de férias. Vamos apresentar playlists poéticas e musicais com o repertório de grandes nomes de destaques da MPB. Cada quarta uma playlist diferente para presentear os nossos ouvintes e os amantes da boa música. Os 6 programas já foram gravados, mas não pensem que estaremos longe.

Qualquer dica, dúvida ou crítica pode ser enviada para o nosso e-mail: viceverso@universitariafm.com.br

Bom fim de ano para todos! Feliz Natal! Feliz Ano Novo! E por favor, não exagerem na rabanada, no peru (ui!) e na Sidra. Queremos ver todos saudáveis curtindo o Vice Verso ano que vem!

Ou pelo menos quase todos...

Beijos e abraços!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Playlist Noel Rosa



No Programa Vice Verso de ontem, celebramos o centenário de Noel Rosa, o poeta da Vila. Na seqüência musical, os primeiros interpretes de sua obra, depois um passeio pelos bossanovistas e, finalmente, o samba de Noel nas vozes femininas do samba contemporâneo.

Segue o som...

Música: Francisco Alves – Nuvem que passou

Música: Aracy de Almeida – Século do progresso

Música: Mario Reis – Mulato bamba

Música: Tom Jobim - Três apitos

Música: João Gilberto – Palpite infeliz

Música: Vinícius e Toquinho - Adeus

Música: Martinho da Vila e Ana Costa - Coisas nossas

Música: João nogueira e Alcione – De babado

Música: João Bosco - Gago apaixonado

Música: Caetano Veloso e Zeca Pagodinho – Com que roupa


Ouvinte in Verso – Jô Rodrigues

Música: Ney Matogrosso e Rafael Rabello – Último desejo

Música: Mat’nália – Filosofia

Música: Roberta Sá – Pela décima vez

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Sorteio de hoje!


Hoje vamos sortear o livro "Dédalo" de Miguel Marvilha.

Para concorrer é só dar RT na Frase abaixo e torcer pra ganhar mais um presente do Vice Verso e do Sebo Oroboros.

@viceverso eu quero o livro "Dédalos" do Miguel Marvilla!!! http://migre.me/2Dl60

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Vice Verso Paulo Leminski


O bandido que sabia latim também tocava violão, sabia? No programa Vice Verso de hoje, mostramos uma face pouco conhecida de Paulo Leminski, suas composições musicais. O que pouca gente sabe é que grandes artistas como Caetano Veloso, Arnaldo Antunes, Moraes Moreira, Wisnik e tanto outros musicaram e cantaram poemas desse polaco loco. A playlist desse programa está muito especial porque privilegia exatamente essa produção nas vozes desses grande interpretes de nossa canção popular.

Contamos ainda com a participação do estudante universitário Lucas dos Passos que há algum tempo pesquisa a produção poética de Leminski, no contexto da ditadura militar brasileira. Além disso, contracultura, marginalidade e publicidade foram temas que percorreram esse bate-papo poético & musical.


Ficou curioso, quer escutar o programa? Então, dê uma passadinha no http://www.programaviceverso.com.br/ e click no link PODCAST para escutá-lo.

Segue o som...


MÚSICA – VERDURA – CAETANO VELOSO


ÁUDIO – LEMINSKI


MÚSICA – FILHA DE SANTA MARIA – ZIZI POSSI E MARCOS SUZANO


ÁUDIO – LEMINSKI


MÚSICA – DECOTE PRONUNCIADO – MORAES MOREIRA


ÁUDIO - LEMINSKI


MÚSICA – POLONAISE – NÁ OZZETTI


MÚSICA – ALLES PLASTIK - CARLOS CAREQA


MÚSICA – LUZES – ARNALDO ANTUNES


MÚSICA – ALÉM ALMA – ARNALDO ANTUNES


ÁUDIO - LEMINSKI


MÚSICA – PROMESSAS DEMAIS – NEY MATOGROSSO


ÁUDIO - LEMINSKI


ÁUDIO – PATRÍCIA RIZZO – ÍMPAR OU ÍMPAR


MÚSICA – ÍMPAR OU ÍMPAR – ESTRELA E TEO RUIZ


MÚSICA – DOR ELEGANTE – ZÉLIA DUNCAN

* todas as letras são de autoria de Paulo Leminski

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Playlist Secos & Molhados




O programa desta quarta-feira trouxe para as ondas do rádio um dos grupos mais performáticos do rock brasileiro, Secos & Molhados. Esses pós-tropicalistas são responsáveis pela continuidade de uma tradição que se fez em nossa canção popular, a forte relação estabelecida com a literatura . O que pouca gente sabe é que uma das propostas dos Secos & Molhados era exatamente musicar poemas. Dentre as musicalizações, encontramos poemas de Fernando Pessoa, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, dentre outros.

Nesse programa, privilegiamos o lado B do grupo, falamos sobre o fenômeno Pop e, claro, sobre a relação com a poesia. Ficou curioso? Então, acesso nosso PODCAST no portal http://www.programaviceverso.com.br/ e escute esse programa!

Segue a playlista...

Música: Secos & Molhados - O Hierofante (poema de Oswald de Andrade)

Música: Secos & Molhados - Angústia

Poema: Manuel Bandeira - silêncio

Música: Secos & Molhados - Toada & Rock & Mambo & Tango & etc.

Música: Mulher barriguda – Secos e Molhados

Música: Secos & Molhados - Sangue latino

Música: Secos & Molhados - Assim assado

Música: Rosa de Hiroshima – Arnaldo Antunes

Música: Ira - Amor

Música: Secos & Molhados - Flores astrais

Poema: Rondó do capitão – na voz de Manuel Bandeira

Música Pato Fu – Rondó do capitão

Poema: Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa) – O guardador de rebanhos

Música: Secos & Molhados - O doce e o amargo

Música: Secos & Molhados - Tercer mundo (Julio Cortázar)

Música: Secos & Molhados Delírio

Música: Secos & Molhados - Preto Velho

Música: Aprigio Lyrio – Agite antes de usar

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Vice Verso Milton Nascimento



Certa vez, a cantora Elis Regina disse que se Deus fosse cantar, teria a voz de Milton Nascimento. Exagero? De forma alguma, Milton tem uma voz e estilo únicos em nossa canção popular ao ponto de não pertencer a nenhuma nomenclatura. Sua poesia está no campo do indizível, daquilo que a gente não sabe o que é, mas sente e sente com muita emoção.

O Vice Verso dessa quarta foi de grande comoção para nós e também para o público, que teve a oportunidade de conhecer o lado B de uma obra muito além de Maria, Maria, Canção da América, Coração de estudante e tantos outros sucessos que o tornou conhecido & reconhecido internacionalmente.

Como não poderia faltar, contamos com a participação do ensaísta Marcos Ramos discutindo, dentre vários aspectos, a relação da obra do Milton com a literatura feita em Minas Gerais e como as novas gerações de artistas. Ainda fizemos uma breve entrevista com o ator e compositor Pablo Bertola, o qual atuou num dos mais belos espetáculos em homenagem a Milton Nascimento, Ser Minas tão Gerais, do grupo teatral Ponto de Partida, Barbacena – MG.

Ficou curioso? Então não perca tempo, acesso o http://www.programaviceverso.com.br/, link PODCAST, e escute o que foi o programa de ontem.

Hasta La vista! Segue o som...


Música: Milton Nascimento - Beijo partido

Áudio: retirado do DVD do espetáculo teatral Ser Minas tão Gerais (grupo Ponto de Partida – Barbacena /MG)

Música: Milton Nascimento - Amigo, Amiga.

Música: Milton Nascimento - Guardanapo de Papel

Música: Milton Nascimento - Canção Amiga (poema de Drummond musicado por Milton Nascimento)

Música: Milton Nascimento e Pablo Bertola - Talvez eu não seja poeta

Música: Milton Nascimento - Itamarandiba (retirado do DVD do espetáculo Ser Minas tão Gerais, do grupo teatral Ponto de Partida - Barbacena /MG)

Áudio: retirado do DVD do espetáculo Ser Minas tão Gerais, do grupo Ponto de Partida – Barbacena/MG)

Música: Milton Nascimento - Roxinol (retirado do DVD do espetáculo Ser Minas tão Gerais Gerais, do grupo Ponto de Partida – Barbacena/MG)

Música: Milton nascimento - Ponta de areia

Música: Milton Nascimento e Nana Cayme - Sentinela

Música: Milton Nascimento - Vera Cruz

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Os clicks que você não ouviu, um olhar de Thalita Covre

Uma câmera na mão e várias ideias na cabeça.

No Vice Verso de ontem entregamos uma câmera digital (daquelas compactas) nas mãos da fotógrafa Thalita Covre (ouvinte artista convidada). Ela se virou, procurou os ângulos e deixou um registro em imagens do programa de rádio que adora mostrar a cara.

Através do vidro: o abraço antes de entrar no ar

Ítalo e Jamille NO AR

Jr. Bocca

Faltam 10 minutos para acabar!!!

Solta o som Bocca!

Depois de ver, tá a fim de ouvir o programa de ontem? Clica lá no link PODCAST do nosso site e deixa o som rolar.

Quarta que vem tem mais.

A Noite foi linda!

Poética Noite da Libertação
Libertação da Poética Noite
Noite da Libertação Poética

Toda última quarta do mês no Vice Verso a proposta é se permitir. Gostamos de trazer artistas que procuram provocar na contramão. A ideia é juntar sempre um músico e um ouvinte poeta para "liquidificar" a palavra. E na noite de ontem a mistura deu caldo!

Direto do cenário independente capixaba, o músico Jr. Bocca e a fotógrafa (ouvinte) Thalita Covre falaram o que pensam sobre arte, internet e fuscão preto (piada fora de hora que você pode entender mehor ouvindo o podcast do programa lá no nosso site).


O elenco da Noite (Thalita Covre, Jamille Ghil, Jr. Bocca e Ítalo Galiza).

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A pele papel de Thalita Covre

Estava na fila do Teatro Universitário, Thalita Covre conversava com uma amiga sobre seu projeto fotográfico para o próximo ano. Eu ali quase distraída acabei captando sua comparação entre pele e papel. Despertei.

Naquele efêmero aguardar o espetáculo, naquele bisbilhotar a conversa alheia, aprendi que a pele é o papel mais próximo do telefone, a pele é a forma mais visceral de inscrever uma lembrança, a pele é onde recebemos o outro, mas a pele também repele. Em Thalita, é órgão aberto que recebe o mundo sussurrando Sim!



Dias depois, eu e ela conversando numa mesa do Cochicho. Thalita me falando da poesia na pele, desse real lugar de onde a palavra emerge, dança e transpira.



Intrigante migração de lugar que é o mesmo lugar, mas é outro lugar da poesia. E não tive dúvidas de que essa menina deveria ser convidada, juntamente com o músico Jr. Bocca, para o Programa Vice Verso desta quarta.




Então, meus queridos ouvintes, vocês estão mais do que convocados ao Sim da Noite da Libertação Poética, às 20h, na Universitária FM 104.7. Antes que tudo se dissolva...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Playlist Oswald de Andrade

Em tempos de eleição, quais contribuições a literatura e a música poderiam trazer para refletirmos sobre esse contexto tão conturbado? No Vice Verso desta quarta, trouxemos um dos escritores mais polêmicos da seara brasileira, o modernista Oswald de Andrade, para discutimos a representação da identidade nacional nessas duas artes. Para engrossar o caldo, contamos com a participação de Moisés Nascimento que, além de músico e bolsista do Rede Cultura Jovem, é mestrando em estudo Literário pela UFES.

Ficou curioso? Então, escute o programa pelo www.programaviceverso.com.br, no link PODCAST.

Segue o som...

ÁUDIO - trecho manifesto antropófago *

MÚSICA - Carmem Miranda - Disseram que voltei americanizada

MÚSICA – Arnaldo Antunes e Chico Scien - Inclassificáveis

MÚSICA - Tom Zé - Jimmy, renda-se

ÁUDIO - trecho Manifesto Antropófago*

MÚSICA – Celso Sim – Chove Chuva Choverando

MÚSICA – Celso Sim - Flores Horizontais (José Miguel Wisnik e Oswald de Andrade)

Música – Cazuza – Balada do Esplanada ( poema de Oswald de Andrade)

MÚSICA - Planet Hemp - Nega do cabelo duro

MÚSICA - Noel Rosa - São Coisas Nossas

ÁUDIO - A massa ainda comerá o biscoito fino que eu fabrico (de Oswald de Andrade) *

MÚSICA - Ivo Meireles - Funk Medley

* Todos esses áudios foram retirados do disco Ouvindo Oswald.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Boto Fé - Celso Sim!




Celso Sim, o nome já sugere aceitação imediata. A canção popular brasileira ressuscitada e mais poética do que nunca! Ator e compositor paulistano de primeira linha, sem dúvidas, uma das mais belas descobertas que fiz neste ano. Esteve e está ao lado de figuras muito representativas para a cultura brasileira, como o diretor teatral Zé Celso, Jorge Mautner, Tom Zé, José Miguel Wisnik, dentre muitos outros.




Ali por acaso pesquisando a playlist do programa desta última quarta, Ítalo Galiza pergunta: “Conhece esse cara? Ele já tocou com o Wisnik”. Imediatamente fui absorvida por “Chove chuva choverando”, um poema de Oswald de Andrade musicado por Celso Sim. Meu impulso imediato foi o de procurar seu trabalho e baixar o disco Vamos Logo Sem Paredes, o qual está recheado de maravilhas, como a versão do clássico “Saudosa maloca”. Sem dúvidas, Sim integra o Hall de nossos poetas cantadores e eu Boto Fé nele.


Olha essa belezura que o cara compôs:

Ribeirão
meu olhar mergulhou
pra dentro do teu olhar e olhou
como um míssel olha apaixonado para o alvo
como a bola ante-vê o gol
como a pólvora olha pro fogo explosão
e a sede diante de um ribeirão
e viu beleza na sua natureza
no trabalho nobreza: amor

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Playlista Dia das Crianças





Modéstia à parte, o Vice Verso desta quarta esteve lindo! Diretamente das Minas Gerais e sob a benção de Milton Nascimento, nosso programa foi palco do espetáculo Pra Nhá Terra, do consagrado grupo teatral Ponto de Partida com os meninos de Araçuaí. Com texto do poeta Manuel de Barros e trilha original de Pablo Bertola, Lido Loschi, Júlia Medeiros e Leandro Aguiar,Prá Nhá Terra emociona pela musicalidade poética, mas também pela magnífica interpretação dos 50 artistas que sobem ao palco para tratar da temática ambiental sob a perspectiva da reconciliação do homem com seu ninho.

Rolou ainda uma entrevista super bacana com a contadora de histórias Janine, integrante do grupo Encanta Conto, falando sobre a importância da tradição oral.

Segue a Playlist...

ÁUDIO-– ESCUTA

MÚSICA – ESTRELADA

ÁUDIO – REUNIÃO DOS GUARDIÕES

MÚSICA – COCO DA VÉIA

MÚSICA – CALDEIRÃO DO VALE

ÁUDIO – MOTIVOS PRA SONHAR

MÚSICA – GIRASSOL

ÁUDIO – DÚVIDA

ÁUDIO – QUE PASSARINHO É ESSE?

MÚSICA – PINTASSILGO

ÁUDIO – ESSA TÁ BOA

MÚSICA – CIGARRA

MÚSICA – O GRILO E A PULGA

ÁUDIO – IGUAIS PERANTE A LUA

ÁUDIO – ESCUTA A NHÁ TERRA

MÚSICA – TATU DO BEM

Obs: temporariamente, nosso site não está disponibilizando esse programa. Pedimos desculpas aos nossos ouvintes pelo transtorno e pedimos um pouquinho mais de paciência com a tecnologia. Em breve, tudo estará funcionando normalmente.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Playlist - Renato Russo





No Viceverso de quarta-feira, demos um passeio no túnel do tempo relembrando a adolescências de quem nasceu na década de 80 e curtiu o bom e velho rock n’roll. Quem, nas rodinhas de violão, não pediu “Toca Pais e filhos!” ou desafiou a própria memória ao cantar o cordel urbano Faroeste caboclo, hein? Para engrossar o caldo da conversa, tivemos ainda a participação de Wemerson Simões que, em 2009, fez sua monografia sobre o disco As quatro estações, da Legião urbana.

Não deu pra escutar o programa? Quer escutá-lo? A partir da próxima semana nosso site voltará à atividade e disponibilizaremos este programa no link PODCAST do nosso portal www.programaviceverso.com.br. Por enquanto, segue nossa playlist poético-musical.
Fui!


ÁUDIO: RIDING SONG – LEGIÃO URBANA

MÚSICA: GERAÇÃO COCA COLA (LEGIÃO URBANA)

MÚSICA: QUE PAÍS É ESSE (VERSÃO TITÃS)

MÚSICA: MONTE CASTELO (LEGIÃO URBANA)

POEMA: GRANDES SÃO OS DESERTOS - POEMA DE FERNANDO PESSOA INTERPRETADO POR PAULO AUTRAN

MÚSICA: GIZ – LEGIÃO URBANA

MÚSICA: TEMPO PERDIDO – MÚSICA DA LEGIÃO URBANA INTERPRETADA POR LEILA PINHEIRO NO CD “MEU SEGREDO MAIS SINCERO”.

POEMA: TRECHO DE ODE MARÍTIMA – POEMA DO HETERÔINIMO PESSOANO ÁLVARO DE CAMPOS INTERPRETADO POR JORGE GROSSO.

MÚSICA: VENTO NO LITORAL – MÚSICA DA LEGIÃO URBANA INTERPRETADO PO CÁSSIA ELLER.

POEMA: APONTAMENTO - POEMA DO HETERÔNIMO PESSOANO ÁLVARO DE CAMPOS INTERPRETADO POR MÁRIO MÁXIMO

MÚSICA : SUMMERTIME MÚSICA ETERNIZADA NA VOZ DE JANIS JOPLIN, INTERPRETADA POR RENATO RUSSO E CIDA MOREIRA.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

BOTO FÉ - O Trovador Solitário







O livro O Trovador Solitário, de Arthur Dapieve, é a dica do BOTO FÉ de hoje. Com uma narrativa leve e dinâmica, esse livro é daqueles que pode ser facilmente devorado em uma tarde em que se deseja relembrar as rodas de violão cantando as canções de Renato Russo. É uma boa referência de leitura para os fãs e para aplicar os filhos dos fãs da Legião Urbana no cenário do Rock brasileiro dos anos 80. A narrativa percorrer toda a história de Renato Russo de forma sensível, retratando, inclusive, sua paixão pelos livros, pelo cinema e suas principais influências literárias e musicais. No percurso biográfico que faz, não poderia faltar a história da formação da Legião Urbana, as influências do Punk, os conflitos, as drogas...e lá vai.

Se você é fã do Renato Russo, não pode deixar de ler essa obra! Download aqui.

Valeu, pessoal! E boa leitura!

Jamille Ghil

Ahá! Vou ler Diana no Natal, de Saulo Ribeiro, antes do lançamento!

Hoje à noite, o escritor Saulo Ribeiro lançará seu primeiro livro de contos, Diana no Natal. Misteriosamente, nós do Vice Verso recebemos um exemplar do livro que presentearemos ao primeiro que retwittar a mensagem Ahá! Vou ler Diana no Natal, de Saulo Ribeiro, antes do lançamento!

Segundo informantes, no evento ainda rolará um Pocket show com Edivan Freitas (esse cara é bom!Inclusive, já fez um som aqui no Vice Verso)


Diana no Natal
Lançamento

Livro: Diana no Natal
Autor: Saulo Ribeiro
Gênero: Contos
Editora: Cousa
Foto divulgação: Ariny Bianchi
Valor: 15 reais

Lançamento: 06/10, 19h.
Local: Rua Professor Baltazar, 152, Centro, Vitória – ES. (Casa vermelha com muro de pedra, próximo à Catedral Metropolitana)
Contato com o autor: 27 – 9238 6617 sauloribeiro77@gmail.com
Outras atrações no dia: Pocket Show com Edivan Freitas

domingo, 3 de outubro de 2010

Renato Russo, Erasmo Carlos e César Menotti e Fabiano

O que pode haver em comum entre Renato Russo, Erasmo Carlos e César Menotti e Fabiano? Seria o jeito de falar de amor? Bom, nem vou começar a FORÇAR similaridades para não receber ameaças de morte dos fãs de Renato, ok? A verdade é que estou em casa fazendo a pesquisa de conteúdo para o próximo Vice Verso, que homenageará o poeta do rock Renato Russo. Numa dessas vasculhasdas pelo Youtube, encontrei uma gravação em que ele e Erasmo Carlos cantam juntos a canção A Carta, cuja letra é um doçura só!


Reparem só na montagem tosca que fizeram com a foto do Renato. Essa vai para o próximo Top 10 Como não homenagear seu poeta preferido.

Na sequência, descubro que o César, o Menotti e o Fabiano (seria uma dupla ou um trio?) também gravaram essa música. Não perdi tempo e criei este post sem noção cujo (ok, estou testando meus conhecimentos gramaticais pondo em prática o CUJO) único intuito é lembrar a você que nesta quarta o Vice Verso entrará no túnel do tempo, relembrando a adolescência dos que nasceram na década de 80. Nessa época, o coleguinha do violão era impregnado pelos gritinhos TOCA PAIS E FILHOS! O que é incomparavelmente melhor do que TOCA RESTART!, não é mesmo?



E, se você tiver alguma homenagem para prestar aos 50 anos que Renato completaria em 2010, basta enviá-la para viceverso@universitariafm.com.br. Seu som ou poema pode tocar nas ondas da Universitária FM 104,7.

Hasta la vista!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Promoção: Novo Aeon

Hoje tem mais promoção, para concorrer ao livro Novo Aeon - Raul Seixas no Torvelinho do seu tempo, do Vitor Cei Santos liga pra cá: 3335-7913.

Lembrando que esta promoção é um oferecimento do Sebo Oroboros que fica ali próximo ao IC2 na UFES.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Resultado Promoção Aprigio Lyrio!!!

Galera,

o Vice Verso agradece a todos que participaram, mas quem leva o cd duplo Aprigio Lyrio - A voz do Esprírito Santo para casa é...


Parabéns @jrbocca!!! Entraremos em contato!

Até a próxima promoção!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Promoção! CD Aprigio Lyrio - a voz do Espírito Santo

"A hora é essa e não há tempo pra mais nada"

Aprigio quem? Ok, se você deixou suas referências musicais tirarem férias a gente te ajuda. Aprigio Lyrio foi uma das vozes da contracultura musical no Espírito Santo nas décadas de 60 e 70. Com um timbre inconfundível, admirável presença de palco e um visionário performático (afinal, Aprigio e sua banda se apresentavam pintados e fantasiados no palco antes da aparição dos Secos e Molhados). Aprigio passeava pela bossa e pelo rock com muita tranquilidade.

Sua voz foi abafada pelo provincianismo em terras capixabas (coisa do passado?). Ele nos deixou em 1983, mas vai continuar cantando... e no volume máximo! E se você quiser, pode ser na sua casa! Peraí! Sabemos que Chico Xavier está na moda, mas não temos muitos contatos do lado de lá.

O negócio é o seguinte. Você pode ganhar o cd duplo Aprigio Lyrio - a voz do Espírito Santo, produzido e dirigido por Rubinho Gomes e a musa do jazz Ester Mazzi. É um material incrível e raríssimo! Com fotos do Aprigio ainda criança, fotos no estúdio de gravação, além de depoimentos de amigos e profissionais que estiveram bem próximo desse grande artista de olhar profundo e voz segura.
um dos Cds na parte de dentro do encarte

Tá a fim? Então siga o twitter do Vice Verso (@viceverso) e dê RT na mensagem: @viceverso, eu quero a voz do ES na minha casa! E não tô falando de Roberto Carlos: http://migre.me/1ol56

O sorteio será realizado no domingo à noite pelo site sorteie.me! Lembrando que somente um RT é registrado. Boa sorte a todos!


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Boto Fé - Arnaldo Antunes








Então, foi assim: semana passada eu, pouco tempo antes de entrar no ar (acho tão interessante essa expressão!), vou ao sebo Oroboros e pergunto ao Irã o que ele tinha pra sortear, “Leva esse aqui pra levantar a moral lá no programa”. Me vejo diante do segundo livro de poemas de Arnaldo Antunes, lançado nos anos 1990: Tudos.


Pra variar, tive uma crise naquele instante e propus uma renegociação, ao invés de sorteá-lo, que tal vendê-lo a mim? E foi assim que eu boicotei os ouvintes do Vice Verso (hehehe) e peguei TUDOS pra mim. Como diz Lady Kate, TUDOS meu!! ( ok, essa foi horrível!)

Tudos é o primeiro livro do Arnaldo que compro. Meu contanto com sua obra poética se deu mais pelo suporte virtual, até porque esse parece ser um lar muito interessante para o que ele se propõe. Porém, nada substitui ver a coisa impressa ali no papel...na verdade, nada substitui nada. Cada experiência estética com suas delícias!

Estou convivendo com TUDOS e a cada nova leitura, uma nova descoberta, um novo sentido. Nessa livro, Arnaldo explora a potência dessa relação palavra & imagem, deixando claro em qual fonte bebeu: Concreta. Além disso, o que têm me encantado nessa obra é o EU que de dentro entra em si, quase numa autofagia.

Então, fica aí o meu Boto Fé desta semana.


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Literatura de Cordel - Homenagem a Aprigio Lyrio

TRIBUTO AO CANTOR

APRIGIO LYRIO

Por: Kátia Bobbio





Eu vou pedir aos leitores
Um pouquinho de atenção,
Para falar numa voz
Que surgiu do coração,
Deixando o Espírito Santo
Com saudade e emoção.





Em 15 de fevereiro
Domingo de carnaval,
Em novecentos e cinqüenta (1950)
Nasce nesta capital,
Esse artista capixaba
Veio mostrar seu vocal.





Nosso Aprígio Lyrio Gomes
Vem com total altivez,
Está nascendo um menino
Dotado por sua vez,
De talentos musicais
Que Deus lhe deu quando o fez.





Nas ruas da capital
Cresceu e se fez rapaz,
Aprígio sempre inspirado
Pelas notas musicais,
Suas letras, sua voz
Não esquecemos jamais.





Passou a sua infância
Bem no centro da cidade,
O garoto Apriginho
Ainda com pouca idade,
Já corria em suas veias
Muita musicalidade.





Aprígio Vieira Gomes
O pai, do meu ilustrado,
A mãe, Dalva Lyrio Gomes
Que com carinho e cuidado,
Educou os seus dois filhos
Marcos e Aprígio ao lado.








Toda sua adolescência
Foi marcada pela arte,
Apenas 14 anos
Já era um baluarte,
Pintava e desenhava
A música, fazia parte.





Com os seus 16 anos
E com dom para cantar,
Entrou para a bossa nova
Disparou a apresentar,
Com a cronista Carmélia
Fez shows de emocionar.





No ano de sessenta e oito (1968)
Aprígio interpretou,
A música “Meio Mastro”
E com certeza ganhou,
Pois o primeiro lugar
Foi ele quem conquistou.





No Festival Capixaba
De Musica Popular,
Ganhou com facilidade
Pois sabia interpretar,
Terceira edição ganhou
Com “Agite Antes de Usar”.





Estudou no Americano
Na UFES começou direito,
Sua voz falou mais alto
E cantando com respeito,
Viajou São Paulo e Rio
Aprimorando seu jeito.





No ano de sessenta e nove (1969)
Encabeçou um movimento,
Todos se fantasiavam
Para o exato momento,
E o regime militar
Achou que era um tormento.



Cantou quebrando tabus
Aprígio se consagrou,
Sei que algumas canções
A ditadura vetou,
Os seus refrões bem rimados
O povo sempre escutou.




Hoje, deixou de existir
Censura dos marechais,
Não estão mais no poder
E não incomodam mais,
Cantores, compositores
Hoje se expressam em paz.



Formou a Banda “Os Mamíferos”
Com Mário Ruy – guitarrista,
Afonso Abreu – contrabaixo,
Marco Grijó – baterista,
Aprígio Lyrio – na voz
Arlindo Castro – flautista.





No ano setenta e oito (1978)
O grupo todo se afina,
Fizeram outro conjunto
Chamado “Mistura Fina”,
Sempre com os mesmos músicos
Seguiram sua rotina.





Lá no Rio de janeiro
Aprígio teve ação,
Ele apresentou dois shows
No Teatro Opinião,
Fazendo grande sucesso
Naquela ocasião.





Em 80, a última vez (1980)
Que ao palco subiu de novo,
Foi para homenagear
Um jornalista do povo,
Em memória ao Osmar Silva
E por isso eu me comovo.



No dia 10 de outubro
Perdemos nosso talento,
Aprígio caiu da janela
Lá do seu apartamento,
Bem no centro de Vitória
Trágico acontecimento.



Naquela hora calou-se
A voz do maior cantor,
No ano de oitenta e três (1983)
Sua vida desmoronou,
Perdemos um grande artista
Que o povo consagrou.






No ano de oitenta e sete (1987)
Um LP foi lançado,
“Agite Antes de Usar”
Que a Ester tinha gravado,
No Teatro Carlos Gomes
Um show foi realizado.





Os seus amigos sentiram
Muita saudade e emoção,
Do inesquecível Aprígio
Alegrando a multidão,
Nós vamos guardá-lo sempre
No fundo do coração.



A sua inquietação
Era uma coisa real,
Levando-o a registrar
De uma forma magistral,
Graças a Ester Mazzei
Que guardou o material.



A capital e o Estado
Choram de tanta tristeza,
A perda do seu cantor
Aprígio e que com certeza,
Está cantando no céu
Na mais alta sutileza.





Vale a pena registrar
Esse tributo em cordel,
O artista Aprígio Lyrio
Aqui cumpriu seu papel,
Foi talentoso na voz,
Nas letras e no pincel.





E quando chegou a hora
De sua triste partida,
Poucas pessoas estavam
Na última despedida,
A morte de Aprígio Lyrio
Foi uma coisa descabida.





As pessoas vêm ao mundo
Para cumprir sua missão,
Uns nascem para chorar
Outros a sorrir, então,
Aprígio veio ao mundo
E mostrou seu coração.







No ano de dois mil e dez (2010)
Aprígio Lyrio faria,
Os seus bons 60 anos
E tudo que foi um dia,
Mas aos 33 de idade,
Deixou sua nostalgia.





O talento de Aprígio
Chega à nova geração,
Foi lançado um CD duplo
Este com inovação,
O amigo Rubinho Gomes
Ajudou na edição.





O CD foi um convênio
Com o Centro Educacional
Brasileiro, que fez muito
E ficou sensacional,
Juntamente com a SECULT
E foi lançado – afinal.





No Teatro Carlos Gomes
O CD foi exibido,
A banda “Aurora Gordon”
Com grande show promovido,
Foi um tributo ao cantor
Aprígio, nosso querido.